Esse é um tema bastante amplo que creio dar muito pano pra manga e apesar de não se tratar de um problema especifico do espaço urbano, acho que é pertinente colocar logo ele na roda.
O consumo sustentável é uma forma de fazer pressão nos grande produtores e comerciantes a assumirem uma postura mais complacente com o ambiente. Pois, ao invés de se importar apenas com as características finais do produto (data de validade, marca e se o produto é confiável) o consumo consciente se preocupa também com os meios da produção desse produto (se usa trabalho infantil, se a embalagem é reciclável ou produtos com menos embalagem, se a empresa polui menos, prioriza produção próxima ao local de venda para poluir menos com transporte, se a empresa tem programas social e ambiental, se usa matéria prima de produção própria).
Mas o consumo consciente (ou sustentável) tem como prioridade reduzir o consumo, e quando consumido, deve ser bem consumido. Imaginem a quantidade de lixo que é produzido a cada ano só com as trocas de celular por um que tenha uma função a mais, montanhas de baterias se acumulando. Por isso consumo sustentável é tão amplo, já que meche com a nossa atual maneira de viver, onde tudo é efêmero e rapidamente fica obsoleto. Somos impelidos a comprar e comprar, sempre sendo influenciados a comprar uma TV nova por que a nossa já está velha, mesmo que ela ainda faça o mesmo que a nova. Consumo sustentável requer mudança de postura diante da vida.
Consumir sustentavelmente também é se alimentar melhor, afinal de contas o que será que polui mais para ser produzido? Um saco de laranjas ou um pacote de refresco em pó? Um prato de feijão com arroz ou um McDonalds? Uma jarra de suco de Limão ou uma garrafa PET de coca-cola?
Mas ponderemos, não é objetivo de ninguém que mudemos radicalmente nosso estilo de vida, principalmente se não acharmos nada de errado com ele. Não precisa, e nem adianta, mudarmos nossos hábitos só por que viu no Fantástico que tinha que mudar, mas se entendermos que poucas mudanças são o primeiro passo para uma reação em cadeia maior, talvez passemos a desejar mudanças. E elas são simples. Que tal comprarmos Coca-Cola em garrafas de vidro retornáveis, já que o vidro é totalmente reciclado? Que tal uma vez por semana tomarmos suco de fruta em vez do delicioso guaraná? Que tal comprarmos ovos em bandeja de papelão em vez daquela bandejinha de plástico?
Na hora de comprar temos que ter mais cuidado com o que levamos pra casa, já que comprar um produto em detrimento de outro é uma forma de apoiar uma idéia e não outra, é uma forma de pressionar o mercado a produzir mais produtos como esse e não como aquele.
Mas não se restringe apenas a comprar produtos, o consumo consciente também deve ser exercitado em casa. Água, por exemplo, imaginem a quantidade de água limpa que são jogadas fora privada abaixo em cada descarga. Agora imagine se tomarmos banho dentro de uma bacia e guardássemos essa água pra depois dar descarga? Será que o grande esforço produzido pra jogar a água dentro da privada não é menor que o benefício ecológico e econômico do ato?
O que vocês acham sobre consumo e por que é tão difícil mudar de hábito? Alguém sabe como fazer uma horta orgânica em casa? Vou pesquisar e tentar ser essa a minha próxima postagem.
Mas o consumo consciente (ou sustentável) tem como prioridade reduzir o consumo, e quando consumido, deve ser bem consumido. Imaginem a quantidade de lixo que é produzido a cada ano só com as trocas de celular por um que tenha uma função a mais, montanhas de baterias se acumulando. Por isso consumo sustentável é tão amplo, já que meche com a nossa atual maneira de viver, onde tudo é efêmero e rapidamente fica obsoleto. Somos impelidos a comprar e comprar, sempre sendo influenciados a comprar uma TV nova por que a nossa já está velha, mesmo que ela ainda faça o mesmo que a nova. Consumo sustentável requer mudança de postura diante da vida.
Consumir sustentavelmente também é se alimentar melhor, afinal de contas o que será que polui mais para ser produzido? Um saco de laranjas ou um pacote de refresco em pó? Um prato de feijão com arroz ou um McDonalds? Uma jarra de suco de Limão ou uma garrafa PET de coca-cola?
Mas ponderemos, não é objetivo de ninguém que mudemos radicalmente nosso estilo de vida, principalmente se não acharmos nada de errado com ele. Não precisa, e nem adianta, mudarmos nossos hábitos só por que viu no Fantástico que tinha que mudar, mas se entendermos que poucas mudanças são o primeiro passo para uma reação em cadeia maior, talvez passemos a desejar mudanças. E elas são simples. Que tal comprarmos Coca-Cola em garrafas de vidro retornáveis, já que o vidro é totalmente reciclado? Que tal uma vez por semana tomarmos suco de fruta em vez do delicioso guaraná? Que tal comprarmos ovos em bandeja de papelão em vez daquela bandejinha de plástico?
Na hora de comprar temos que ter mais cuidado com o que levamos pra casa, já que comprar um produto em detrimento de outro é uma forma de apoiar uma idéia e não outra, é uma forma de pressionar o mercado a produzir mais produtos como esse e não como aquele.
Mas não se restringe apenas a comprar produtos, o consumo consciente também deve ser exercitado em casa. Água, por exemplo, imaginem a quantidade de água limpa que são jogadas fora privada abaixo em cada descarga. Agora imagine se tomarmos banho dentro de uma bacia e guardássemos essa água pra depois dar descarga? Será que o grande esforço produzido pra jogar a água dentro da privada não é menor que o benefício ecológico e econômico do ato?
O que vocês acham sobre consumo e por que é tão difícil mudar de hábito? Alguém sabe como fazer uma horta orgânica em casa? Vou pesquisar e tentar ser essa a minha próxima postagem.
3 comentários:
É difícil mudar porque as prioridades das pessoas nesta sociedade pós-moderna são fúteis. Acaba sendo muito mais interessante pensar (e fazem isso?) no conforto imediato que na sobrevivência a longo prazo.
É preciso, atualmente, um urgente "tratamento intensivo de choque" para que possamos aumentar o número de pessoas a acordar pra vida.
Os objetivos e as prioridades gerais estão, no meu entender, erradas. Por que erradas? Porque, para mim, o certo é aquilo que é importante. E o importante não está sendo valorizado. O que é importante? O mundo, as pessoas [pessoas não são só corpos, ou só cabeças], as relações humanas, o fazer bem.
Avante!
ei gafanhoto, parou de contribuir com a blogosfera?
Segundo o Aurélio "hábito" significa "disposição adquirida por atos repetidos". Portanto é um fato possível de modificar. Com atos, pequenos gestos que se tornaram um bem para o mundo, para sociedade e para a biosfera! É difícil mudá-lo? É. Mas não impossível.
Cada um de nós pode começar dando exemplos. Está a nosso alcance. Podemos fazer a diferença!
Parabéns pela iniciativa, irmão!
Que possamos contribuir cada vez mais para um mundo melhor!
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